A menina japonesa
Estava a
andar pela rua quando vi uma menina japonesa.
Ela era
simpática, até mais simpática do que o meu cão. Era sossegadíssima - nem se
mexia um pouco! Bem, parecia-me obediente pois ajudou-me a encontrar um
monumento que eu estava à procura. Ela era esforçada porque nunca desistia,
devia ter muitas amigas porque ajuda muito os outros e, com a sua inteligência,
era mais fácil ajudar os outros porque sabia sempre o que fazer. A menina
também era trabalhadora e parecia ser corajosa. Era imensamente alegre e
sereníssima mas quase não falava.
Ela disse-me
que gostava de ficar em casa a ler e a ajudar os pais. Gostava de ficar à
sombrinha das árvores a ver as nuvens e a cantar muito baixinho.
E esta é a
descrição da minha amiga japonesa.
Henrique
Catarino Pires Lacerda.
Giro. Mas porque, porque não fica bem e falta o titítulo
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