A aventura com a geringonça
Num fim de tarde chuvoso, a escritora Matilde
estava a arrumar a casa e descobriu uma geringonça velha, era uma máquina do
tempo da sua tetra tetra tetra tetra avó, que era uma investigadara.
Ela ficou muito entusiasmada e ligou à sua
amiga Raquel, que era educadora de infância para contar o que tinha descoberto.
Quando a Raquel chegou a casa da Matilde disse:
-Deviamos experimentá-la!!!
… -Não, não
podemos, vai dar confusão.- disse Matilde.
Raquel começou a mexer na máquina para ver se
funcionava bem, Matilde também começou a mexer para impedir que a amiga fizesse
algum disparate. Mexeram tanto, tanto, tanto na máquina que foram parar a outro
século.
-Já viste o que
fizeste, fomos parar a outro século! –exclamou a Matilde.
-Eu? Se não
tivesses mexido quando eu estava a mexer nada disto teria acontecido. – afirmou
Raquel.
-Bem, já que
estamos presas no século XII d.C. vamos aproveitar. – afirmou Matilde, cheia de
curiosidade.
Raquel concordou.
-Ei, queres ir procurar o D. Afonso Henriques? – perguntou Raquel.
-Sim, pode ser,
acho que ele agora está no seu castelo (castelo de Guimarães), vamos já para
lá!!! – disse Matilde.
-Olá, Sua majestade. Nós viemos do século XXI
do ano 2027. Viemos numa geringonça (máquina do tempo) velha da famosa inspetora
Mafalda Veiga que é minha tetra tetra tetra tetra avó. – explicou Matilde a D.
Afonso Henriques .
- Como é que
conseguiram encontrar a geringonça? E como a conseguiram pôr a trabalhar? –
perguntou D. Afonso Henriques.
-Tenha calma, não
faça tantas perguntas! Foi a minha amiga que estava a arrumar a casa e a
encontrou. Começámos a mexer na máquina e viemos aqui parar…- afirmou Raquel.
De seguida D.
Afonso Henriques convidou:
-Bem, estou a ver a
vossa situação… Será que gostavam de ficar alojadas no meu castelo, até
arranjarem solução?
Claro, que sim! –
exclamou Raquel.
Agradeço-lhe
imenso! – disse Matilde.
A propósito, que
dia é hoje, em que mês é que estamos e em que ano é que estamos? – interrogou-se
Matilde a D. Afonso Henriques .
-Estamos no dia 20
de Dezembro no ano de 1143.
Uau, isto está a
ser uma aventura, tenho de escrever um livro sobre isto! – pensou Matilde.
-Vou mostrar-vos os
quartos em que vão ficar alojadas. – disse D. Afonso Henriques.
-Ficam as duas num
quarto ou fica cada uma em seu quarto? – perguntou D. Afonso Henriques.
Podemos ficar as
duas num, para não incomodar muito.- respondeu a Raquel.
Já agora, tratem-me por Afonso. – disse D.
Afonso Henriques .
Já estava a ficar
noite e foram jantar. Afonso pediu a Maria que era a cozinheira real para pôr mais
dois pratos na mesa.
Quando acabaram de jantar, foram cada um
para seu quarto.
-Onde está a
televisão? – perguntou Raquel.
-Estamos no século
XII, ainda não há televisão!!!! –afirmou Matilde.
De seguida, foram dormir nas suas camas de
dossel.
No dia seguinte após terem tomado o
pequeno almoço, Matilde pediu a Afonso para as levar a conhecer a sua tetra tetra tetra tetra avó . Montaram os
cavalos e foram a galope para a floresta onde morava a investigadora.
Quando chegaram,
Matilde bateu à porta e quando abriram a porta Matilde disse:
-Olá, bom dia, eu
sou uma das suas netas muito muito afastadas, descobri em minha casa a sua
máquina do tempo, e vim parar aqui com a minha amiga. E quis vir visitá-la.
-Mas como é
possível?- perguntou a avó.
-Também não
sabemos.- responderam as duas amigas.
Passados dois dias…
-Afonso, eu e a
Matilde vamos ter com a Mafalda Veiga para ela concertar a máquina do tempo. –
disse Raquel.
-Gostava muito que
a menina e a sua amiga passassem a celebração
do nascimento de Jesus Cristo na minha companhia e no meu castelo. – disse D.
Afonso Henriques.
Raquel e Matilde aceitaram o convite e de
seguida partiram com a geringonça para casa da avó. Quando chegaram a avó disse
que iria ser fácil arranjá-la, mas precisaria de um Rubi.
-Mas, onde o podemos encontrar?- perguntaram as meninas.
-Eu não sei, só sei que sem o Rubi não poderão voltar para casa.
No castelo a Matilde contou ao rei o que lhe tinha dito a avó.
D. Afonso Henriques
mandou os cavaleiros irem buscar o Rubi ao cofre.
Na noite de natal, Afonso deu o Rubi às amigas e elas
agradeceram com um cântico de natal e todos adoraram. No dia seguinte, deu o
rubi à investigadora para ela o usar para concertar a geringonça, após ter
arranjado a máquina do tempo despediram-se da avó e de D. Afonso Henriques. E
de repente, click, estavam em casa e ainda a tempo de passar o dia de natal com
a família e amigos.
FIM


uau matilde queres mesmo escrever es uma escritora
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