sábado, 7 de dezembro de 2013

História inventada por mim ( trabalho)



A aventura com a geringonça
 Num fim de tarde chuvoso, a escritora Matilde estava a arrumar a casa e descobriu uma geringonça velha, era uma máquina do tempo da sua tetra tetra tetra tetra avó, que era uma investigadara.


 Ela ficou muito entusiasmada e ligou à sua amiga Raquel, que era educadora de infância para contar o que tinha descoberto. Quando a Raquel chegou a casa da Matilde disse:
-Deviamos experimentá-la!!!
… -Não, não podemos, vai dar confusão.- disse Matilde.
 Raquel começou a mexer na máquina para ver se funcionava bem, Matilde também começou a mexer para impedir que a amiga fizesse algum disparate. Mexeram tanto, tanto, tanto na máquina que foram parar a outro século.
-Já viste o que fizeste, fomos parar a outro século! –exclamou a Matilde.
-Eu? Se não tivesses mexido quando eu estava a mexer nada disto teria acontecido. – afirmou Raquel.
-Bem, já que estamos presas no século XII d.C. vamos aproveitar. – afirmou Matilde, cheia de curiosidade.
Raquel concordou. -Ei, queres ir procurar o D. Afonso Henriques? – perguntou Raquel.
-Sim, pode ser, acho que ele agora está no seu castelo (castelo de Guimarães), vamos já para lá!!! – disse Matilde.
 Lá foram as duas procurar D. Afonso Henriques ao seu castelo; e quando o encontraram disseram:
 -Olá, Sua majestade. Nós viemos do século XXI do ano 2027. Viemos numa geringonça (máquina do tempo) velha da famosa inspetora Mafalda Veiga que é minha tetra tetra tetra tetra avó. – explicou Matilde a D. Afonso Henriques .
- Como é que conseguiram encontrar a geringonça? E como a conseguiram pôr a trabalhar? – perguntou D. Afonso Henriques.
-Tenha calma, não faça tantas perguntas! Foi a minha amiga que estava a arrumar a casa e a encontrou. Começámos a mexer na máquina e viemos aqui parar…- afirmou Raquel.
De seguida D. Afonso Henriques convidou:
-Bem, estou a ver a vossa situação… Será que gostavam de ficar alojadas no meu castelo, até arranjarem solução?
Claro, que sim! – exclamou Raquel.
Agradeço-lhe imenso! – disse Matilde.
A propósito, que dia é hoje, em que mês é que estamos e em que ano é que estamos? – interrogou-se Matilde a D. Afonso Henriques .
-Estamos no dia 20 de Dezembro no ano de 1143.
Uau, isto está a ser uma aventura, tenho de escrever um livro sobre isto! – pensou Matilde.
-Vou mostrar-vos os quartos em que vão ficar alojadas. – disse D. Afonso Henriques.
-Ficam as duas num quarto ou fica cada uma em seu quarto? – perguntou D. Afonso Henriques.
Podemos ficar as duas num, para não incomodar muito.- respondeu a Raquel.
   Já agora, tratem-me por Afonso. – disse D. Afonso Henriques .
Já estava a ficar noite e foram jantar. Afonso pediu a Maria que era a cozinheira real para pôr mais dois pratos na mesa.
    Quando acabaram de jantar, foram cada um para seu quarto.
-Onde está a televisão? – perguntou Raquel.
-Estamos no século XII, ainda não há televisão!!!! –afirmou Matilde.
    De seguida, foram dormir nas suas camas de dossel.
        No dia seguinte após terem tomado o pequeno almoço, Matilde pediu a Afonso para as levar a conhecer a  sua tetra tetra tetra tetra avó . Montaram os cavalos e foram a galope para a floresta onde morava a investigadora.
Quando chegaram, Matilde bateu à porta e quando abriram a porta Matilde disse:
-Olá, bom dia, eu sou uma das suas netas muito muito afastadas, descobri em minha casa a sua máquina do tempo, e vim parar aqui com a minha amiga. E quis vir visitá-la.
-Mas como é possível?- perguntou a avó.
-Também não sabemos.- responderam as duas amigas.
                Passados dois dias…

-Afonso, eu e a Matilde vamos ter com a Mafalda Veiga para ela concertar a máquina do tempo. – disse Raquel.
-Gostava muito que a menina e a sua amiga passassem  a celebração do nascimento de Jesus Cristo na minha companhia e no meu castelo. – disse D. Afonso Henriques.
    Raquel e Matilde aceitaram o convite e de seguida partiram com a geringonça para casa da avó. Quando chegaram a avó disse que iria ser fácil arranjá-la, mas precisaria de um Rubi.
-Mas, onde o podemos encontrar?- perguntaram as meninas.
-Eu não sei, só sei que sem o Rubi não poderão voltar para casa.
No castelo a Matilde contou ao rei  o que lhe tinha dito a avó.
  D. Afonso Henriques mandou os cavaleiros irem buscar o Rubi ao cofre.
Na noite de natal, Afonso deu o Rubi às amigas e elas agradeceram com um cântico de natal e todos adoraram. No dia seguinte, deu o rubi à investigadora para ela o usar para concertar a geringonça, após ter arranjado a máquina do tempo despediram-se da avó e de D. Afonso Henriques. E de repente, click, estavam em casa e ainda a tempo de passar o dia de natal com a família e amigos.

FIM

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